As emissões e arrecadações de FIDCs diminuem.

Vivenciando juros e inadimplência elevados, juntamente com a crise pós-Americanas no mercado de crédito privado neste ano, tornou-se um golpe para os fundos de investimento em direitos creditórios, conhecidos como FIDCs. Conforme dados fornecidos pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as emissões desses fundos encolheram 30,4% em comparação ao mesmo período de 2022 (totalizando R$ 27 bilhões) e a captação líquida teve uma queda de 14% (totalizando R$ 22,1 bilhões) até novembro deste ano. No entanto, em comparação com a indústria de fundos em geral, que está sofrendo resgates líquidos de R$ 63 bilhões, esse resultado é considerado positivo. Os gestores preveem uma melhora para 2024, embora em um cenário desafiador.

Por Liane Thedim — Do Rio
18/12/2023 05h02 | Atualizado há 11 horas
Juros e inadimplência altos, somados à crise pós-Americanas no mercado de crédito privado neste ano, foram um baque para os fundos de investimento em direitos creditórios, os FIDCs. Segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), no ano até novembro as emissões (R$ 27 bilhões) desses fundos encolheram 30,4% frente ao mesmo período de 2022 e a captação líquida caiu 14% (R$ 22,1 bilhões). Frente à indústria de fundos em geral, que amarga resgates líquidos de R$ 63 bilhões, porém, é até um bom resultado. Para 2024, segundo gestores, a tendência é de melhora, mas ainda em um cenário difícil.
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