A ONU afirma ter ‘evidências’ de crimes sexuais cometidos pelo Hamas.

A ONU divulgou um relatório que apontou “motivos razoáveis para crer” que o grupo terrorista Hamas cometeu violações e violência sexual contra israelenses durante os ataques ocorridos em 7 de outubro. A enviada especial da ONU para investigar tais casos de violência, Pramila Patten, declarou que acredita que atos de “estupro e tortura sexualizada” foram perpetrados contra reféns durante a invasão do território israelense pelo grupo terrorista. Essas conclusões surgem em meio a acusações de Israel de que a ONU estaria ignorando a violência do Hamas contra israelenses.
Seguindo essa linha, as negociações para um cessar-fogo entre Hamas e Israel no Cairo permaneceram estagnadas no dia de ontem. Alguns políticos aliados ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, voltaram a criticar Benny Gantz, membro do gabinete de guerra, por se encontrar com Kamala Harris, vice-presidente dos EUA que está pressionando pela trégua. Uma imagem que ilustra o momento mostra Gantz, na frente, no Senado americano.
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