A despesa para a manutenção de reservas diminui devido à redução na disparidade de taxas de juros.

O gasto líquido com reservas internacionais diminuiu no ano passado, voltando ao nível de meados de 2022. Essa é a conclusão de Vilma Pinto, diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão de monitoramento das contas públicas vinculado ao Senado.

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